O que somos, o que queremos e o que temos

Relançando um post antigo…

Após meses de reflexão e ouvir sem querer a música Something About You do Inhaler Featuring Christian Burns, eis que me deu um estalo. Acredito que mais pela falta de significado da música que por qualquer outra coisa…

O que somos?

Essa pergunta sempre nos assola e, para alguns, nunca é respondida. Outros se enganam a respeito. Ainda há aqueles que apenas ignoram a existência deste questionamento. Quem estará certo? Para os religiosos a resposta vem com o pos mortem, no dito “julgamento” da alma. Para os outros tem a ver com a vida que a pessoa leva, se for uma vida “satisfatória” quer dizer que a pessoa se encontrou, descobriu o que era.  Senão, não. Simples assim.

O que queremos?

Para quem achou que a primeira pergunta era a mais introspectiva e complexa, contemple um pouco mais criticamente esta aqui. O que você quer? Conseguiu responder? Tem certeza disso? Se tu alcançar esse objetivo no qual pensou, se sentirá completo? Se sim, parabéns!

Vivemos em um mundo movido pelo consumismo, pela brevidade e pela insignificância das emoções, objetos e pessoas. Nada mais importa, apenas um breve momento de êxtase alcançado pela satisfação de um pequeno desejo, muitas vezes influenciado externamente e que não tem ligação com o que realmente desejamos. Pare um pouco e pense a respeito.

O que temos?

Em termos de significância real e não apenas reflexiva acho que esse é o ponto primordial. De nada adianta você ter ciência da resposta das outras duas questões se ainda não tem a certeza do que tem. Imagine-se sabendo seu propósito de vida (o que você é) e a sua meta (o que você quer) sem saber o que você tem para alcançá-los. É como construir uma casa sem ferramentas. É possível, sem dúvidas, mas o caminho é tão difícil que pode te fazer perder o rumo ou o interesse. Ter ciência dos seus valores, princípios, amigos e sentimentos é essencial para poder alcançar o que se espera.

Saber o que somos nos indica como usar o que temos para alcançar o que queremos.

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Uma breve nota sobre o Carnaval 2010…

Eu acho o Carnaval uma brincadeira muito engraçada, rolam várias bizarrices…

A primeira bizarrice foi a mulher (namorada, sei lá…) do folclórico Alexandre Frota, a modelo Dani Sperle, sem tapa sexo na avenida. Depois a Geyse Arruda, a moça da mini-saia da Uniban, desfilando de Rainha Elizabeth de mini-saia na Porto da Pedra.

Para melhorar ainda mais, uma banda de axé, pagode, samba e derivados, inventa de pegar uma dança tradicional das raves e transformá-la em hit no carnaval. Surge o Rebolation do axé, pelo Grupo Parangolé. O hit pegou tanto que o vocalista chegou a se proclamar rei do carnaval baiano. Só faltou colocarem o Skazi no clipe e fazê-lo tocar essa música no trio elétrico. Aí sim a chacota estaria completa, hauhuah.

Não contentes ainda com as bizarrices do Carnaval 2010, os donos da Cervejaria Devassa sentaram um pouco, leram o twitter da loiraça Paris Hilton que ela viria para o carnaval carioca. Na hora deve ter estalado na cabeça deles: “hum, um de nossos produtos é Devassa Loira. A loiraça da Paris Hilton está vindo ao Brasil. É isso! Vamos contratá-la para ser a garota propaganda da Devassa Loira!”. Não deu outra, acho que o impulso para a marca foi até maior que o esperado. Eu já consumia antes da Paris ser a garota-propaganda, agora então esquece.

Bom, para não deixar esse tópico como todos os outros, muito limpo… vai o link do clipe do Rebolation e o comercial da Devassa Loira com a Paris Hilton. Enjoy it in the rebolation! ahuahah.

Lembrando que esse clipe é de propriedade do Universal Music Group Brasil, estou apenas linkando ao proprietário. Para assistir tem que clicar em assistir no youtube…

Criação: Mood

Produção: O2 Filmes.

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Burocracia ou “Burrocracia”?

Todos já ouvimos falar desse assunto que é preferencialmente negligenciado: a Burocracia. Conforme foi idealizada por Weber, a burocracia seria uma ferramenta gerencial com vistas a padronizar ações, processos e posturas dentro de organizações complexas, a fim de manter um padrão de qualidade.

Porém, na prática nada é o que a teoria prega… Ao invés de tornar os processos mais fluídos, a burocracia os emperra, torna-os mais complexos ainda e requerem ofícios e mais ofícios para que a mínima ação possa ser tomada.

Por que a prática difere tanto assim da teoria?

A resposta não é tão simples, porém não chega a ser tão complexa. Simplificando para que todos possam entender: temos que uma organização complexa, como uma multinacional, deve priorizar pelo padrão de qualidade de seus produtos e/ou serviços. Para isso estabelece padrões. Ao estabelecer esses padrões, todas suas subsidiárias devem ser submetidas a eles. Como resultado temos um manual de ações. Porém ainda é preciso ter um controle sobre as ações tomadas por essas subsidiárias. É aí que entram os famosos ofícios. Ao criar-se uma necessidade de fazer um pedido de material, ou autorização para realizar um serviço, há um documento especificando quem fez o requerimento do material ou realizou o serviço e qual serviço realizou. Com isto em mãos temos como chegar diretamente ao responsável de algum defeito ou má prestação de serviço.

Mas é claro que com a criação desta aparelhagem, temos uma queda na produtividade, uma vez que todos os processos são muito centralizados, acumulando muita demanda nas mãos de poucos profissionais, no caso os encarregados da liberação de realização de serviços ou materiais para os mesmos.

Além disso, conta-se ainda com o tempo que o funcionário dispende em redigir o ofício ou autorização, além de seu receio em fazê-lo para que não seja posteriormente culpado por uma eventual falha.

Muitos mecanismos foram desenvolvidos para suprir esse gargalo, porém até hoje ainda enfrentamos muita dificuldade em encará-lo e superá-lo. A realidade é que a burocracia ainda é um método muito eficiente de controle da qualidade, apesar de ser muitas vezes “burra”.

Vale destacar que há outros métodos eficientes de controle da qualidade e gestão organizacional, mas seus custos são deveras elevados. Assim, por ser uma técnica bastante conhecida e de fácil implementação a burocracia ainda é a preferida das organizações.

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Conformismo…

Haha, para variar um pouco não tenho seguido uma rotina de escrita aqui no blog né, vou tentar melhorar isso. Preciso melhorar muitas coisas aliás…

Divagações à parte, queria tirar o dia hoje para filosofar um pouco. Acho que nada melhor que falar sobre aceitação e auto-piedade.

Somos impelidos a fazer muitas coisas que não gostaríamos para ter aprovação de outra pessoa ou mesmo ser aceito em um grupo que considera fazer parte. Algumas vezes são privações, outras bajulações e a pior de todas: humilhação. Acho que o ser humano tem fascínio pela humilhação.

Vejamos culturas milenares como as orientais. A humilhação é cultuada lado a lado com a honra. Para haver honra a humilhação se faz necessária, é o princípio do respeito. Desta forma temos que o respeito se baseia na ascensão de um indivíduo através da humilhação do outro.

Porém a humilhação, naquela época, se dava através da submissão em combate ou pela falência (isso mesmo, falta de dinheiro para sobrevivência). Hoje em dia o que vemos é a ascensão da humilhação moral e física. Cultua-se modelos físicos alcançáveis apenas por meios artificiais, não há reconhecimento por ganhos em pequenas etapas (pelo contrário, ridiculariza-se ganhos graduais, o que importa são ganhos substanciais), escraviza-se o mundo pela meganomia do monopólio, do ganho absoluto.

Eis o que resulta disso: uma sociedade conformada. É normal ver um chefe humilhar seu subordinado, uma pessoa acima do peso sendo ridicularizada por seguir a cultura dos fast-foods, uma pessoa muito magra sofrer calúnias por ser magra demais… enfim tudo é motivo de humilhação e isso  é aceitável, não tem para quê incomodar-se. Se a pessoa manifesta-se é aí que a coisa fica feia. O respeito perdeu-se no tempo.

Será que vivemos a sociedade sonhada por Bakunin, Reclus, Malatesta? Acho que acabamos confundindo anarquia com desordem, arruaça, falta de respeito. Estamos longe até de uma sociedade esteriotipada. Os esteriótipos do cinema são ideiais, nós os deturpamos ao trazê-los à realidade. Não família sorridentes, magnatas queimando dinheiro ou terroristas com princípios: há sim família tentando continuar unidas, ex-industriais fingindo ainda viver na era áurea e analfabetos que por falta de instrução, oportunidade e esperança de vida se entregam a uma ideologia deturpada.

Sim vivemos nesse mundo, o mundo dos conformados.

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Enfim, 2010

Finalmente acabaram-se as férias, voltamos novamente à normalidade, deixando para traz todo aquele marasmo, álcool, cigarros e preguiça. Voltamos à atividade.

Como prometido fiz pequenas alterações no layout do Blog, mudei seu nome definitivamente para Insanidade Consciente Constante, mudei seu logo também.

Aliás, para quem não conhece, esse é o símbolo kanji para Luz. Escolhi luz porque é ela é um sinônimo de conhecimento, remetendo ao Iluminismo e toda a reflexão sobre o que era conhecido e desconhecido. E o símbolo kanji por se ratar de uma das mais antigas formas de escrita, logo precursoras do conhecimento como o entendemos atualmente.

Acredito que esta será nossa realidade nesta década: desvendar o desconhecido e reinterpretar o conhecido, uma nova era de “luzes”. Tendo isso em mente, e lembrando do trocadilho infame do 2000inove do Bradesco, acredito que a palavra desse ano seja destreza. Devemos ter uma percepção aprimorada do mundo como um todo, uma habilidade excepcional em gerir e a sagacidade para perceber claramente complexidades e sutilezas. Essas características desdobradas da destreza serão essenciais para essa era pós-crise.

Bom essa é minha mensagem inicial deste ano, como prometido irei postar mais continuamente, além de mudar um pouco a abordagem.

Aguardem que logo mais estarei postando novamente.

Feliz ano novo!

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Feliz Ano Novo

Galera, desejo a todos um ano esplêndido, com tudo que vocês têm direito!

Para 2010 prometo inovaçõe sno blog, alem de uma abordagem diferente. Que venha a renovação!

Até mais!

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dicas para novatos

O que é mais prudente? Adaptar-se ao local de trabalho em que você se inseriu ou fazer um diagnóstico de suas relações e apresentar sugestões para que estas relações se fortaleçam e evoluam?

Esta é uma questão delicada que demanda muito expertise e uma leitura apurada do clima organizacional de onde você está se inserindo. Imagine uma organização extremamente formal e focada nos resultados. Não se pode chegar e ir analisando de cara tudo o que fazem ou deixam de fazer. Essa atitude pode causar mal-estar com os colegas de trabalho e até mesmo com os superiores, uma vez que pode bater de frente com a hierarquia estabelecida.

Já em ambientes mais flexíveis é uma atitude esperada dos colaboradores da empresa. Quando um novo colaborador é inserido na empresa espera-se que ele apresente novas idéias, dê um novo fôlego á empresa, mantendo-a sempre na vanguarda de seu setor.

Cabe então ao profissional que está iniciando suas atividades em uma nova empresa, ou mesmo iniciando um novo empreendimento, ler qual é o perfil esperado dos novos profissionais e, a posteriori, adaptar-se à realidade ou propor inovações no sentido de fortalecer relações.

Lembrem-se que o mais importante é relacionar-se com seus pares primeiramente depois desenvolver uma relação com os gerentes. Ter um apoio dos colegas de trabalho pode ser um trampolim para promoções ou até mesmo melhores oportunidades em outras empresas.

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caindo na real

imagine que você acordar um dia, daqueles como todos os outros, e perperceber que há algo diferente. Algo está errado, você sente e não dá importância. Continua seu dia, que pode ser regrado ou desregrado, afinal o ser humano não possui padrões rígidos de comportamento.

Pois bem, vai levando, vai levando. Percebe a cada dia que passa que algo o incomoda mais, mas não sabe o que é não tem tempo a perder para refletir a respeito. Continua seguindo a rotina, mais um dia como todos os outros. Aquele sentimento de algo a fazer vai aumentando, começa a te corroer.

Finalmente você realiza que a única coisa que pode fazer é parar e enfrentar isto. É nessa hora que você cai na real. O que fiz até aqui, para onde quero ir, o que estou fazendo agora? O que posso fazer para melhorar, alcançar o que eu quero? Perguntas básicas que fazem parte da natureza humana.

Nada é melhor quando se cai na real do que meditar. Rever tudo o que você construiu, desconstruiu, inovou, foi conservador, fez, deixou de fazer. Absolutamente tudo, sem deixar escapar um fio de cabelo. A análise de cada ação tomada certamente lhe oferecerá uma direção rumo ao que você busca. Você perceberá que as coisas não são bem assim como você imaginava ser, ou melhor ainda, você realmente acertou no caminho e agora só lhe resta manter a conduta e colher os frutos.

Esse seria o “buraco” existencial preenchido pela religião no passado. Afinal, religião, além de ser cutura, é um código de ética estabelecido pelo senso comum de seus criadores. Se um dia você tiver a oportunidade de ler a bíblia católica, o torá judeu, o alcorão do islã ou os vedas hindus verá que o que estou dizendo é verdade. Eles te ensinam como deve ser sua conduta na sociedade para ser bem-sucedido, ou ao menos feliz consigo mesmo, ciente de que sua parte foi feita.

Sou católico-apostólico-romano, não praticante atualmente, admito, mas me considero como tal, cresci orientado por estes ensinamentos, não posso negá-los. Seria negar minha existência, em que eu creio. Tenho grande afinidade com os vedas hindus, lá há um conhecimento milenar inestimável. O alcorão também te proporciona uma experiência muito grande no tocante aos ensimanentos hebreus e cristãos, já que se trata de uam releitura dos mesmos com um complemento dado por Maomé (ou Mohammed como queiram…).

Voltando ao tópico, o importante é se sentir bem consigo mesmo. Enquanto você não parar e analisar seus atos e julgá-los sob seus preceitos você sentirá um vazio e um descontentamento constante com a vida. Fica aí minha dica e a sugestão para que conheçam outras religiões.

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networking e redes sociais

O mundo nos enlouquece hoje em dia. O excesso de tecnologia, de cobrança, de busca de resultados ainda melhores daqueles que bateram recordes, a abstensão da vida particular. Vive-se para o trabalho e pelo trabalho. É a lógica capitalista, quanto mais se produz, mais se pode desfrutar.

Mas será que essa máxima é verdadeira? Ao abdicar da vida particular (entenda-se aqui como os sentimentos em geral) acredito que estamos nos tornando mais máquinas do que seres humanos. Imagine-se relacionar-se com uma pessoa simplesmente pela comodidade de ter alguns de seus desejos satisfeitos. Soa ridículo, mas é oq ue acontece muitas vezes.

Nota-se hoje que relacionamentos interpessoais estão diretamente ligados ao trabalho, através do estabelecimento de redes de contatos profissionais, não pessoais. A amizade, o companheirismo e até mesmo o banal amor estão caindo no conceito de relacionamento entre a população mundial.

Quando não se estabelece uma rede voltada para o fim profissional estabelece-se uma rede para satisfação de desejos, algo que o ser humano ainda não conseguiu dissociar-se de sua origem animal. Aí encaixam-se todos os desejos que você imaginar, alimentares, sexuais, fisiológicos, ligados à saúde, emocionais, etc, etc.

Desta forma é raro de se ver, hoje em dia, grupos de amigos que acabam por passar todo o período de formação juntos irem trabalhar no mesmo local (até mesmo em áreas diferentes) após o término deste ciclo. Parece ser uma tendência desta geração da informação instântanea. Criam-se grupos ainda na infância que serão o suporte para o desenvolvimento durante a formação. Se estes grupos resistirem a esta fase evoluem para uma espécie de família, grupo ao qual se recorre em casos emergenciais (emocionais, profissionais, psicológicos). É claro que esta mudança é gradual, mas sua velocidade média é maior do que a geração Y.

Cabe destacar que o papel da família genética mostra-se cada vez mais reduzido, uma vez que os pais dedicam-se cada vez mais ao trabalho para garantir uma melhor formação e cuidados especiais aos seus filhos, em detrimento do convívio e acompanhamento de sua formação. Os laços sentimentais são pouco desenvolvidos ou não se desenvolvem. Há uma “terceirização” do amor maternal e paternal, que passa às pessoas encarregadas dos cuidados da criança e dos mestres que a educam.

Esta é uma suposição feita a partir de observações relapsas e não científicas, porém se configura bastante gritante nos últimos tempos. Espero ter a oportunidade de desenvolver um estudo a respeito no futuro, é um tema bem interessante.

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Blog do Curso de Administração Pública da UNESP

Retornando mais uma vez às postagens, vou agora promover um blog que acho essencial no momento: O Blog do Curso de Administração Pública da UNESP de Araraquara.

No último dia 12/11/2009 tivemos a eleição da nova coordenação e subcoordenação do Conselho de Curso de Administração Pública da Faculdade de Ciências e Letras/Campus UNESP de Araraquara, ocupados respectivamente pelo Prof. Dr. Valdemir Aparecido Pires, da área de Finanças e Contabilidade e Profa. Dra. Patrícia Borba Marchetto, da área de Direito.

A partir de então têm sido implementadas medidas emergenciais para melhoria do curso, uma delas foi a utilização de novas tecnologias de informação para criar pontes de comunicação mais eficientes e diretas entre a coordenação do curso e os estudantes. O blog foi a 1ª ferramenta utilizada.

Seu endereço é: http://admpublicaunesp.blogspot.com/ provisoriamente, com o tempo deverá evoluir para um portal.

Nele é possível encontrar informações a respeito da coordenação do curso, estudantes em destaque, eventos, informações acerca do conselho de curso, notícias sobre o curso, sugestões para o plano de trabalho 2010-2011 e professores em destaque.

Sugestões para o Plano de Trabalho 2010-2011:

Para mim é a tag central do blog. O estudante e/ou professor poderá sugerir aqui ações para a melhoria do curso, atentando para ler as propostas já feitas e não repeti-las. No post há parâmetros para se fazer a sugestão, como uma linha cnetral a ser seguida e seus desdobramentos.

Informações sobre a Coordenação do Curso:

Neste tag você terá acesso às atas, palavra do coordenador e palavra dos membros do Conselho de Curso.

Estudantes em Destaque:

Estudantes e suas atividades na representação do Curso de Administração Pública da UNESP

Professores em Destaque:

Professores e suas atividades na representação do Curso de Administração Pública da UNESP

Eventos:

Eventos relacionados ao Curso de Administração Pública

Informações Acerca do Conselho de Curso:

Informações técnicas e de funcionamento do Conselho de Curso

Notícias sobre o Curso:

Novidades sobre o curso e parcerias estabelecidas com outras instituições.

Como representante discente no Conselho de Curso em Administração Pública da Faculdade de Ciências e Letras/Campus UNESP de Araraquara peço a participação dos estudantes desta instituição para que participem e também a todos os outros estudantes de cursos afins que acompanhem esse processo inovador promovido por um dos cursos pioneiros da área.

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