Pesquisa sobre o Espaço Temático

Olá galerinha da XIX Turma de Administração Pública, tudo bem com vocês?

Para facilitar a escolha do espaço temático da formatura e tornar possível sua consulta em tempo real, achei melhor disponibilizar a pesquisa por aqui.

A descrição e o que haverá em cada espaço consta logo abaixo. Peço que cada um vote apenas uma vez.

Espaço Árabe:

Decoração típica árabe em uma tenda mágica onde dançarinas de música do ventre e música típica acompanham o cardápio: Quibe cru, Coalhada seca, Homus, Tabule,

Esfiha aberta de Carne e Queijo com Zatar,  Babaganuche, Pão Sírio, Charuto de folhas uva, Pernil de Cordeiro ao creme de hortelã, Arroz Dolfhin, etc.

Espaço Brasileiro:

Comidas típicas brasileiras como costela gaúcha, galinhada, arroz  carreteiro, pastelzinho de Belém, lingüiça cuiabana, etc; degustação de mais de 30 tipos de cachaças brasileiras em um “buteco” montado dentro de seu evento.

Espaço Chopperia:

Como as tradicionais chopperias do Rio de Janeiro, ambiente montado com mesinhas de madeira, iluminação típica, freezers de bebida e um cardápio original: chopp claro e escuro, provolone à milanesa, iscas de filé mignon, iscas de peixe, frango à passarinho, costela gaúcha, etc.

Espaço Mexicano:

Ambientalizado com cores vibrantes, cactos e o melhor da culinária mexicana: Tacos, Nachos, Burritos, Quesadilla de queijo, Chilli normal e extra picante, Creme de salsa, Guaca mole, Pico de galo, Alface a juliene, Pasta de feijão refrito, Chimichanga de carne, Chilli de frango, etc e tequileiros percorrendo o espaço servindo tequila e marguerita aos convidados.

Espaço Praia:

Simulação de uma praia com areia, coqueiros, guarda sóis, sol artificial, cadeiras de praia e os quiosques da Passarela do Álcool de Porto Seguro servindo diversos coquetéis da cidade, além de garçons servindo petiscos típicos da praia: espetinhos de camarão, queijo coalho na brasa, biju, etc.

Vote consciente!

Bjo abrass

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excessos

Certamente alguém (provavelmente seus pais) deve ter-lhe dito em algum momento da sua vida que o excesso é prejudicial. Se não pessoas próximas a ti, ao menos o médico… hehe

Enfim, não levo isso muito a sério, afinal uma pessoa que tem uma atitude “saudável” vive de excessos: excesso de alimentos e bebidas saudáveis, excesso de auto-controle, excesso de disciplina, nem por isso tais excessos fazem mal. Será mesmo que todo excesso é prejudicial? Não… besteira.

Aliás, tudo que você ouvir dizer esta semana que faz bem ou melhora sua qualidade de vida acaba “perdendo” suas propriedades benéficas em algumas semanas ou meses e deve ser prontamente cortado de seu dia-a-dia. É claro: vivemos em uma sociedade capitalista, um produto que apresenta benefícios tem mais visibilidade, além de ter maior valor agregado.

Utilizando-se deste ponto de vista, faz sentido dizer que os excessos são aceitáveis e até recomendáveis. Para que esperar? Para que economizar? Para que passar vontade? Consuma, consuma muito e rápido. Se acabar compre mais. Muitos se deixam levar por esta máxima inconsequentemente, até perceberem que tudo tem um fim, infelizmente.

Digo mais, que o excesso nos relacionamentos tornou-se regra também. Quer-se extrair o possível e o impossível deles hoje em dia. Sabemos que isso é extremamente prejudicial, ao menos para uma das partes. Não quero defender um lado nem nada, mas creio que o relacionamento consiste na confiança, na tolerância e no amor. Principalmente na tolerância, porque o amor perdeu grande parte de seu valor nos últimos tempos, está tornando-se conotação de atração sexual. A confiança nunca foi o forte do ser humano, mesmo porque ele sabe que é corruptível, por mais princípios que possua. Resta a tolerância, que faz com que o relacionamento remanesça. É claro que estou sendo extremamente simplista e devo estar diminuindo um ou mais valores, mas se a análise for fria e científica (assim como tudo hoje em dia), acabará resultando nisto.

Espero que enxerguemos esse erro a tempo para que não nos deparemos com o fim da única saída de escape do mundo superficialista que nos cerca: um relacionamento de real afeto com outra pessoa.

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Volta às aulas…

É meus queridos, uma hora as aulas tinham que recomeçar né. Muitos acharão que este post está atrasado, e muito. Porém, a realidade nem sempre está casada com a teoria.

No curso de Administração Pública da UNESP de Araraquara/SP, e acredito que nos outros cursos deste campus também, há uma prática já consolidada de dilatar as férias com os 30% de faltas que temos direito todo semestre. Isso se deve ao mês de entrada dos bixos (calouros para as outras regiões do Brasil), ou seja, integração e mais integração através de cervejadas e mais cervejadas…

Resumindo: sim as aulas começam só nesta segunda-feira 29/03/2010, hehe. Pelo menos para mim e boa parte dos unespianos daqui.

É claro que eu já estava frequentando as aulas desde o dia 01/03/2010, mas semana passada por exemplo, simplesmente sumi das salas de aula, por uma boa causa é claro, estava na organização de uma das mais bem conceituadas cervejadas do semestre, a Administravando, um sucesso como sempre.

O único problema agora é retomar a matéria perdida. Como colocar em dia todos aqueles textos complexos e longos? Ao menos já estão disponíveis online, isso já economiza um bom trampo que seria ir até o Xerox, localizar a pasta do professor e ainda esperar uma filinha amigável de no minimo 1:20h. hehe.

Há algumas alternativas: o caderno daquela pessoa aplicada que não perde uma frase proferida pelo professor (o tal do NERD), os resumos espallhados pela rede (nem sempre muito confiáveis, já fui enganado uma vez…) ou, no pior dos casos, ler todos os textos.

No meu caso específico estou na terceira alternativa, afinal, quem seria louco o bastante de dar uma de NERD em pleno 5º ano de faculdade? Dificil né? hehe.

Mas é isso aí, não pode deixar passar não, ainda mais quando só restam 2 disciplinas no semestre né? Não se pode vacilar…

Fica a dica ae: sempre que der, compareça às aulas, hehe

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O que somos, o que queremos e o que temos

Relançando um post antigo…

Após meses de reflexão e ouvir sem querer a música Something About You do Inhaler Featuring Christian Burns, eis que me deu um estalo. Acredito que mais pela falta de significado da música que por qualquer outra coisa…

O que somos?

Essa pergunta sempre nos assola e, para alguns, nunca é respondida. Outros se enganam a respeito. Ainda há aqueles que apenas ignoram a existência deste questionamento. Quem estará certo? Para os religiosos a resposta vem com o pos mortem, no dito “julgamento” da alma. Para os outros tem a ver com a vida que a pessoa leva, se for uma vida “satisfatória” quer dizer que a pessoa se encontrou, descobriu o que era.  Senão, não. Simples assim.

O que queremos?

Para quem achou que a primeira pergunta era a mais introspectiva e complexa, contemple um pouco mais criticamente esta aqui. O que você quer? Conseguiu responder? Tem certeza disso? Se tu alcançar esse objetivo no qual pensou, se sentirá completo? Se sim, parabéns!

Vivemos em um mundo movido pelo consumismo, pela brevidade e pela insignificância das emoções, objetos e pessoas. Nada mais importa, apenas um breve momento de êxtase alcançado pela satisfação de um pequeno desejo, muitas vezes influenciado externamente e que não tem ligação com o que realmente desejamos. Pare um pouco e pense a respeito.

O que temos?

Em termos de significância real e não apenas reflexiva acho que esse é o ponto primordial. De nada adianta você ter ciência da resposta das outras duas questões se ainda não tem a certeza do que tem. Imagine-se sabendo seu propósito de vida (o que você é) e a sua meta (o que você quer) sem saber o que você tem para alcançá-los. É como construir uma casa sem ferramentas. É possível, sem dúvidas, mas o caminho é tão difícil que pode te fazer perder o rumo ou o interesse. Ter ciência dos seus valores, princípios, amigos e sentimentos é essencial para poder alcançar o que se espera.

Saber o que somos nos indica como usar o que temos para alcançar o que queremos.

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Uma breve nota sobre o Carnaval 2010…

Eu acho o Carnaval uma brincadeira muito engraçada, rolam várias bizarrices…

A primeira bizarrice foi a mulher (namorada, sei lá…) do folclórico Alexandre Frota, a modelo Dani Sperle, sem tapa sexo na avenida. Depois a Geyse Arruda, a moça da mini-saia da Uniban, desfilando de Rainha Elizabeth de mini-saia na Porto da Pedra.

Para melhorar ainda mais, uma banda de axé, pagode, samba e derivados, inventa de pegar uma dança tradicional das raves e transformá-la em hit no carnaval. Surge o Rebolation do axé, pelo Grupo Parangolé. O hit pegou tanto que o vocalista chegou a se proclamar rei do carnaval baiano. Só faltou colocarem o Skazi no clipe e fazê-lo tocar essa música no trio elétrico. Aí sim a chacota estaria completa, hauhuah.

Não contentes ainda com as bizarrices do Carnaval 2010, os donos da Cervejaria Devassa sentaram um pouco, leram o twitter da loiraça Paris Hilton que ela viria para o carnaval carioca. Na hora deve ter estalado na cabeça deles: “hum, um de nossos produtos é Devassa Loira. A loiraça da Paris Hilton está vindo ao Brasil. É isso! Vamos contratá-la para ser a garota propaganda da Devassa Loira!”. Não deu outra, acho que o impulso para a marca foi até maior que o esperado. Eu já consumia antes da Paris ser a garota-propaganda, agora então esquece.

Bom, para não deixar esse tópico como todos os outros, muito limpo… vai o link do clipe do Rebolation e o comercial da Devassa Loira com a Paris Hilton. Enjoy it in the rebolation! ahuahah.

Lembrando que esse clipe é de propriedade do Universal Music Group Brasil, estou apenas linkando ao proprietário. Para assistir tem que clicar em assistir no youtube…

Criação: Mood

Produção: O2 Filmes.

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Burocracia ou “Burrocracia”?

Todos já ouvimos falar desse assunto que é preferencialmente negligenciado: a Burocracia. Conforme foi idealizada por Weber, a burocracia seria uma ferramenta gerencial com vistas a padronizar ações, processos e posturas dentro de organizações complexas, a fim de manter um padrão de qualidade.

Porém, na prática nada é o que a teoria prega… Ao invés de tornar os processos mais fluídos, a burocracia os emperra, torna-os mais complexos ainda e requerem ofícios e mais ofícios para que a mínima ação possa ser tomada.

Por que a prática difere tanto assim da teoria?

A resposta não é tão simples, porém não chega a ser tão complexa. Simplificando para que todos possam entender: temos que uma organização complexa, como uma multinacional, deve priorizar pelo padrão de qualidade de seus produtos e/ou serviços. Para isso estabelece padrões. Ao estabelecer esses padrões, todas suas subsidiárias devem ser submetidas a eles. Como resultado temos um manual de ações. Porém ainda é preciso ter um controle sobre as ações tomadas por essas subsidiárias. É aí que entram os famosos ofícios. Ao criar-se uma necessidade de fazer um pedido de material, ou autorização para realizar um serviço, há um documento especificando quem fez o requerimento do material ou realizou o serviço e qual serviço realizou. Com isto em mãos temos como chegar diretamente ao responsável de algum defeito ou má prestação de serviço.

Mas é claro que com a criação desta aparelhagem, temos uma queda na produtividade, uma vez que todos os processos são muito centralizados, acumulando muita demanda nas mãos de poucos profissionais, no caso os encarregados da liberação de realização de serviços ou materiais para os mesmos.

Além disso, conta-se ainda com o tempo que o funcionário dispende em redigir o ofício ou autorização, além de seu receio em fazê-lo para que não seja posteriormente culpado por uma eventual falha.

Muitos mecanismos foram desenvolvidos para suprir esse gargalo, porém até hoje ainda enfrentamos muita dificuldade em encará-lo e superá-lo. A realidade é que a burocracia ainda é um método muito eficiente de controle da qualidade, apesar de ser muitas vezes “burra”.

Vale destacar que há outros métodos eficientes de controle da qualidade e gestão organizacional, mas seus custos são deveras elevados. Assim, por ser uma técnica bastante conhecida e de fácil implementação a burocracia ainda é a preferida das organizações.

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Conformismo…

Haha, para variar um pouco não tenho seguido uma rotina de escrita aqui no blog né, vou tentar melhorar isso. Preciso melhorar muitas coisas aliás…

Divagações à parte, queria tirar o dia hoje para filosofar um pouco. Acho que nada melhor que falar sobre aceitação e auto-piedade.

Somos impelidos a fazer muitas coisas que não gostaríamos para ter aprovação de outra pessoa ou mesmo ser aceito em um grupo que considera fazer parte. Algumas vezes são privações, outras bajulações e a pior de todas: humilhação. Acho que o ser humano tem fascínio pela humilhação.

Vejamos culturas milenares como as orientais. A humilhação é cultuada lado a lado com a honra. Para haver honra a humilhação se faz necessária, é o princípio do respeito. Desta forma temos que o respeito se baseia na ascensão de um indivíduo através da humilhação do outro.

Porém a humilhação, naquela época, se dava através da submissão em combate ou pela falência (isso mesmo, falta de dinheiro para sobrevivência). Hoje em dia o que vemos é a ascensão da humilhação moral e física. Cultua-se modelos físicos alcançáveis apenas por meios artificiais, não há reconhecimento por ganhos em pequenas etapas (pelo contrário, ridiculariza-se ganhos graduais, o que importa são ganhos substanciais), escraviza-se o mundo pela meganomia do monopólio, do ganho absoluto.

Eis o que resulta disso: uma sociedade conformada. É normal ver um chefe humilhar seu subordinado, uma pessoa acima do peso sendo ridicularizada por seguir a cultura dos fast-foods, uma pessoa muito magra sofrer calúnias por ser magra demais… enfim tudo é motivo de humilhação e isso  é aceitável, não tem para quê incomodar-se. Se a pessoa manifesta-se é aí que a coisa fica feia. O respeito perdeu-se no tempo.

Será que vivemos a sociedade sonhada por Bakunin, Reclus, Malatesta? Acho que acabamos confundindo anarquia com desordem, arruaça, falta de respeito. Estamos longe até de uma sociedade esteriotipada. Os esteriótipos do cinema são ideiais, nós os deturpamos ao trazê-los à realidade. Não família sorridentes, magnatas queimando dinheiro ou terroristas com princípios: há sim família tentando continuar unidas, ex-industriais fingindo ainda viver na era áurea e analfabetos que por falta de instrução, oportunidade e esperança de vida se entregam a uma ideologia deturpada.

Sim vivemos nesse mundo, o mundo dos conformados.

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